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Escola municipal Prof. Durmeval Trigueiro Mendes, em João Pessoa — Foto: Reprodução/Google Street View

Nove alunos da escola municipal Prof. Durmeval Trigueiro Mendes, em João Pessoa, passaram mal no fim da manhã desta quinta-feira, 20 de agosto após comerem um doce levado por um colega da própria turma. Os estudantes apresentaram sintomas como coceira e vômito.

Segundo a direção da escola, o alimento, descrito como bolo ou brigadeiro, foi levado por um estudante no início da manhã, antes do começo das aulas, e compartilhado com outros colegas.

Após os estudantes apresentarem os sintomas, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e os responsáveis foram comunicados. De acordo com a Secretaria de Educação de João Pessoa, dois alunos foram socorridos para unidades de saúde.

Um dos estudantes foi levado para a UPA do Valentina e recebeu alta. O outro foi encaminhado para o Hospital do Valentina. Segundo a Secretaria de Educação, os dois já estão em casa. Os demais estudantes que apresentaram sintomas foram socorridos na escola e também estão em casa, conforme a pasta.

Vigilância Sanitária recolhe amostra do alimento

A Secretaria Municipal de Saúde de João Pessoa informou que uma equipe da Vigilância Sanitária (Visa-JP) esteve na escola na tarde desta quinta-feira para apurar o possível caso de intoxicação alimentar envolvendo os alunos.

Durante a inspeção, segundo a secretaria, foi constatado que o alimento não foi produzido pela escola. O produto teria sido comprado por um dos estudantes em um estabelecimento externo.

Uma amostra do alimento que restou foi recolhida pela Vigilância Sanitária e encaminhada para análise laboratorial. O resultado do exame poderá ajudar a esclarecer o que provocou o mal-estar nos estudantes.

Escola diz que doce não fazia parte da alimentação escolar

Em nota, a direção da escola Prof. Durmeval Trigueiro Mendes esclareceu que o episódio não teve relação com a alimentação fornecida pela escola. A unidade também informou que não comercializa lanches no interior da instituição.

Segundo a escola, o doce foi levado por um dos próprios estudantes e compartilhado com os colegas antes do início das aulas.

As circunstâncias que provocaram o mal-estar dos estudantes não foram esclarecidas. Também não havia confirmação sobre o que teria causado os sintomas apresentados após o consumo do doce.

G1 PB

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