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Cientistas também que várias áreas do cérebro – incluindo o hipotálamo, que tem sido associado a alguns tipos de dores de cabeça – têm receptores para vitamina D – Foto: Getty Images/Tetra images RF

A farmacêutica Libs anunciou que o medicamento Emgality, um dos principais tratamentos de enxaqueca crônica, não será mais vendido no Brasil a partir de junho. A descontinuidade vai na contramão das expectativas de incorporar a droga aos fármacos distribuídos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e aos planos de saúde.

O medicamento, cujo nome oficial é galcanezumabe, foi aprovado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) no final de 2019. Apesar da alta eficácia, o medicamento ainda é de difícil acesso para a maior parte da população devido ao alto preço: a aplicação mensal pode variar de R$ 1.200 a R$ 1.300. A aplicação é feita em três injeções consecutivas, que somam 300 mg, em formato de seringas pré-preenchidas.

Em comunicado, a farmacêutica não revelou o motivo da descontinuação do medicamento no país e justificou que a saída do remédio se deve a uma “atualização do portfólio da companhia”. A decisão foi comunicada à Anvisa no dia 4 de maio. A empresa afirma que os produtos permanecerão disponíveis nas farmácias até o término dos estoques.

Usuários chegaram a criar um abaixo-assinado para pressionar os laboratórios a não interromper a produção, que reuniu 534 assinaturas até segunda-feira, 11 de maio. A preocupação é que outros medicamentos não sejam capazes de suprir a demanda e nem oferecer a mesma eficácia. O Brasil dispõe de medicamentos similares, como o Pasurta e o Ajovy. No entanto, ambos também só são adquiridos por altos valores, chegando a R$ 1.300 a caneta aplicadora.

CNN Brasil

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