Barra de Cotações
📅 Última atualização: sex., 07.11.25 – 21h10
💵 Dólar: R$ 5,336 ↘ (0,22%) | 💶 Euro: R$ 6,174 ↗ (0,01%) | 💷 Libra: R$ 7,043 ↗ (0,23%) | 🪙 Bitcoin: R$ 551.145,13 ↗ (1,65) | ⛓️ Ethereum: R$ 18.321,93 ↗ (0,03%) | 🌕 Litecoin: R$ 545,21 ↗ (0,45%) | 🚀 Solana: R$ 862,24 ↘ (0,01%) 💵 Dólar: R$ 5,336 ↘ (0,22%) | 💶 Euro: R$ 6,174 ↗ (0,01) | 💷 Libra: R$ 7,043 ↗ (0,23%) | 🪙 Bitcoin: R$ 551.145,13 ↗ (1,65%) | ⛓️ Ethereum: R$ 18.321,93 ↗ (0,03%) | 🌕 Litecoin: R$ 545,21 ↗ (0,45%) | 🚀 Solana: R$ 862,24 ↘ (0,01%)

Uma grávida deu à luz em uma cadeira de rodas, durante o trajeto para a sala de parto na maternidade pública Arakén Irerê Pinto, em Natal, e o bebê caiu no chão logo após o nascimento. O pai da criança acusou o hospital de negligência.

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde de Natal (SMS), a paciente estava sendo levada para a sala de parto, mas teve “uma evolução súbita e atípica do quadro clínico, caracterizada como parto taquitócico (ou precipitado) — situação em que o trabalho de parto progride de forma acelerada —, culminando no nascimento durante o trajeto”.

O nascimento aconteceu por volta das 0h15 desta sexta-feira (30). Segundo o pai da bebê, no momento da triagem, a mulher dele já estava com 6 cm de dilatação do colo do útero, o que indica uma fase ativa do trabalho de parto. Ela também apresentava muitas dores.

A médica, no entanto, segundo ele, teria dito que a bebê não nasceria naquele momento.

“Como ela [a mulher dele] já estava no leito, [a médica] preferiu colocá-la no leito lá de cima. Só que, na ‘hora H’ que ela chamou o maqueiro, ele, ao invés de pegar uma maca, pegou uma cadeira de rodas. Aí foi nesse trajeto de um leito para o outro: o bebê expulsou de repente e caiu no chão”, contou o pai da bebê, Raniere Sousa Lima.

“Foi uma cena que eu não quero para o meu pior inimigo. A minha sogra estava aí, passou mal. Minha esposa também. Eu fiquei louco aí dentro”, lamentou.

O que diz a SMS

Conforme a SMS, acolheram a gestante na maternidade em trabalho de parto ativo, com seis centímetros de dilatação e sem sinais de ruptura da bolsa amniótica, “quadro considerado dentro da normalidade para a fase em que se encontrava”.

O pai falou que a médica acompanhava o momento em que a bebê caiu, e que a cena foi vista também por ele. Segundo ele, o cordão umbilical rompeu na hora.

“É fruto seu ali, que poderia não estar aqui comigo nesse momento, por negligência médica ou do hospital”, disse Raniere.

A bebê foi levada para o Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel para fazer exames de tomografia, mas o equipamento estava quebrado. Então, seguiu para o Hospital Deoclécio Marques, em Parnamirim, onde passou pelo exame.

Segundo a SMS, além da tomografia, o bebê passou por avaliação médica completa “não apresentando nenhuma lesão ou sequela, e segue sendo acompanhado regularmente pelo serviço”.

A pasta disse que durante todo o período a gestante esteve sob os cuidados da equipe assistencial e que todos os procedimentos pós-parto foram devidamente realizados com a mãe e o recém-nascido.

Para o pai, a transferência em uma cadeira de rodas não foi o correto naquele momento.

“Uma gestante teria que estar numa maca, não numa cadeira de rodas. Ela não estava com a perna quebrada. Ela teria que estar numa maca para fazer esse deslocamento”, lamentou.

G1 RN

O que você achou desta publicação?

Obrigado pela sua avaliação!

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *