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O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, segura flechas enquanto participa de uma manifestação para marcar o Dia da Resistência Indígena, em Caracas — Foto: Leonardo Fernandez Viloria/Reuters

Número dois do chavismo, Diosdado Cabello forneceu na segunda-feira, 17 de novembro, em seu programa semanal, diretrizes ufanistas do regime aos militantes venezuelanos. Essas eram para responder a uma “ameaça externa extrema” oriunda dos EUA: “Pés firmes, nervos de aço, mobilização máxima; calma e compostura”, alertou o ministro do Interior e da Justiça e secretário-geral do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV).

Sem mencionar Donald Trump e a ostensiva presença militar do governo americano no Caribe, que inclui o porta-aviões USS Gerald Ford, a ordem, segundo ele, é a resistência ativa. “Não vamos parar de nos divertir, nem vamos parar de nos preparar para nos defender.” Cabello destacou a mobilização de 4.523.822 ativistas maiores de 15 anos. Eles formam os Comitês Bolivarianos Integrais de Base.

“Em meio ao cerco e às ameaças, o povo não se intimida, acata (…) Há quem peça diálogo apenas para se ouvir. Não querem ouvir o nosso povo”, acrescentou.

No fim de semana, sem especificar detalhes, o presidente americano abriu a porta para um suposto diálogo com Nicolás Maduro. Enquanto isso, o Departamento de Estado designava o Cartel de Los Soles como organização terrorista, associando-o diretamente ao ditador venezuelano.

No campo oposto, Maduro convocou uma vigília permanente de militantes chavistas em seis regiões do Leste do país. Ele a descreveu como “perfeita fusão popular-militar-policial” para resistir a ameaças externas, e incluiu o hasteamento de bandeiras venezuelanas. O ditador pregou a paz em inglês e ensaiou notas da canção “Imagine”, de John Lennon.

Conflito

A linha-dura do governo americano, aliada aos opositores de Maduro, instiga assim ataques a alvos venezuelanos. Além disso, também sugere até a mudança de regime como opções apresentadas ao presidente. A alternativa menos provável neste leque seria uma invasão terrestre dos EUA ao país caribenho, na contramão dos objetivos frequentemente proclamados por Trump e equivalente a um suicídio político.

A cúpula chavista, contudo, trabalha com essa possibilidade no imaginário de seus militantes, como forma de manter a coesão em torno do regime. A figura do “Super Bigode”, o super-herói criado à imagem e semelhança de Maduro, voltou a aparecer nas mobilizações convocadas pelo governo.

Entre as táticas preparatórias para a defesa venezuelana, Cabello reeditou um costume ancestral utilizado pelos povos amazônicos. Ele delegou então às brigadas de milícias indígenas o treinamento de militantes para o uso de armas silenciosas. São flechas munidas na ponta com o curare — veneno paralisante derivado de extratos de plantas que pode levar à morte.

“Eles vão descobrir o que é o curare”, ameaçou o ministro no início do mês durante um congresso para delinear o plano de defesa chavista.

G1

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