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O deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) reside nos Estados Unidos desde o fim de fevereiro – Foto: @bolsonarosp via Instagram / Estadão

Mesmo após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, citar a ligação com Lula (PT) e o progresso nas negociações bilaterais na retirada parcial da tarifa adicional de 40%, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) negou o mérito do governo federal na desoneração de determinadas exportações brasileiras.

Conforme uma publicação no X, Eduardo destacou que a decisão da Casa Branca decorreu ‘apenas de fatores internos’. Ele citou a necessidade de conter a inflação estadunidense em setores dependentes de insumos estrangeiros e as eleições legislativas de 2026.

“O governo Trump precisa entregar resultados rápidos para que a população sinta a redução da inflação antes das urnas. (…) Foi a instabilidade jurídica criada por Alexandre de Moraes que abriu caminho para a tarifa-Moraes de 50%, prejudicando trabalhadores, produtores e empresários brasileiros”, afirmou.

Mais cedo nesta quinta-feira, 20, Trump assinou uma ordem executiva em que determinou a retirada da tarifa adicional de 40% imposta a diversos produtos brasileiros. Na prática, a decisão retira a sobretaxa de itens importantes para o setor exportador do País, como o café, carne bovina, frutas e corte de madeiras.

Retirada de Tarifas

Na ordem executiva divulgada pela Casa Branca, Trump cita a conversa telefônica que teve com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 3 de outubro. Nela, os dois líderes concordaram em abrir as discussões sobre o tarifaço. Desde então, os progressos nas negociações eliminaram a necessidade de tarifar algumas importações agrícolas, de acordo com ele.

Entre membros do governo, a medida de Trump permite que o Brasil volte a ter acesso competitivo para a maioria dos produtos agropecuários. A análise é do secretário de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Luis Rua, ao Estadão/Broadcast. 

Conforme a análise preliminar do ministério, a maioria dos produtos agropecuários brasileiros foi contemplado com a medida. “O Brasil é um importante provedor de alguns produtos agropecuários aos EUA. Agora poderá contribuir para a estabilização de alguns preços locais”, acrescentou o secretário.

O agronegócio brasileiro era um dos setores mais afetados pelo tarifaço americano, já que 80% dos produtos do setor ficaram de fora da primeira lista de exceções, de 31 de julho, decretada pelo governo americano.

Café e carnes tiveram redução expressiva nos embarques aos EUA a partir de agosto. O setor produtivo brasileiro vinha pedindo ao governo americano a exclusão da tarifa sobre alimentos.

Terra

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