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Prender os gases – Foto: Shutterstock

Prender os gases não provoca riscos significativos à saúde, mas pode gerar desconforto quando há acúmulo em excesso. É comum que ocorra distensão abdominal (barriga inchada), cólicas abdominais (dor de barriga) e rompimento da parede intestinal. Este último é o efeito mais perigoso do ato de prender os gases, mas é muito raro de acontecer em condições normais.
“Quando os gases prontos para se liberarem estão em pouca quantidade, eles podem se absorver ou  liberados aos poucos, sem que o próprio indivíduo perceba. Caso se façam presentes em quantidade significativa, é quase impossível conseguir prendê-los”, afirma a gastroenterologista Amanda Buchmann.

Causas da produção de gases em excesso

Prender os gases intestinais voluntariamente não chega a ser, portanto, um problema. O que exige mais preocupação é a produção em excesso de gases, que supera a capacidade de eliminação do sistema digestivo. Neste caso, ocorre um acúmulo indesejado de gases no intestino que resulta nas complicações já citadas (inchaço e cólicas abdominais).
Esta produção em excesso pode estar ligada a fatores como má alimentação, síndrome do intestino irritável e problemas no estômago. As pessoas eliminam os gases, em média, de 10 a 20 vezes por dia. Caso esse número seja maior, é possível que algum desses fatores esteja alterando a produção dos gases. Vale, então, buscar um especialista para lidar com a situação.

Prevenção e tratamento do excesso de gases

“Limitar a ingestão dietética de alimentos produtores de gás conhecidos, como repolho, cebola, brócolis, couve de Bruxelas, trigo e batata, deve ser recomendado como início à terapia para prevenir e tratar o excesso de flatos. Medicamentos, massagem abdominal, manter os membros inferiores elevados e caminhar são outras formas que ajudam a eliminar os gases”.   

Cuidados pela Vida

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