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Jovem estudante da Universidade de Gênova é a única sobrevivente do grupo da universidade italiana que viajou para as Maldivas para participar em uma excursão subaquática – Foto: Getty Images/Reinhard Dirscherl/ullstein bild

A viagem de um grupo de italianos às Maldivas para participar em um atividade de mergulho acabou da pior forma com cinco deles perdendo a vida enquanto exploravam cavernas subaquáticas. Uma sexta pessoa que viajou com o grupo acabou por se salvar, porque recusou ir na expedição à ultima hora.

Segundo o La Repubblica, a mulher seguia na mesma viagem de barco que os companheiros, mas no momento do mergulho optou por permanecer a bordo da embarcação, junto ao Atol de Vaavu.

A sua decisão de última hora salvou-lhe a vida, dado que nenhum dos amigos sobreviveu ao mergulho.

O que a teria feito tomar esta decisão, ainda não foi esclarecido. A identidade desta jovem também não foi ainda revelada, mas seria a única pessoa do grupo da Universidade de Gênova que viajou para as Maldivas que irá regressar a casa com vida.

Vale lembrar que um grupo de cinco mergulhadores italianos morreu enquanto explorava uma gruta a uma profundidade de cerca de 50 metros no Atol de Vaavu, na quinta-feira, segundo o Ministério dos Negócios Estrangeiros italiano. Um dos corpos foi recuperado no mesmo dia.

Durante os trabalhos de resgate também um socorrista acabou perdendo a vida.

Já esta segunda-feira (18), os corpos dos quatro turistas foram localizados. 

Os corpos agora recuperados pertencem à professora de Ecologia da Universidade de Génova, Monica Montefalcone, à sua filha Giorgia Sommacal, que também era aluna da universidade, à investigadora Muriel Oddenino e ao biólogo marinho Federico Gualtieri.

Vale lembrar que havia uma quinta vítima, cujo corpo já havia sido retirado da água. Este pertencia a Gianluca Benedetti, instrutor de mergulho natural de Pádua e gerente de operações da Albatros Top Boat.

Os corpos desaparecidos “foram localizados no interior da gruta no Atol de Vaavu durante uma operação conjunta de busca e salvamento”, explicou, em comunicado, a Força de Defesa Nacional das Maldivas, órgão tutelado pelo Ministério da Defesa do país.

Os quatro italianos encontrados mortos ainda não foram trazidos à superfície, mas as autoridades Maldivas garantiram que “serão realizados [novos mergulhos] nos próximos dias para recuperar os corpos”.

O acidente de mergulho foi considerado o pior que já aconteceu neste destino turístico do Oceano Índico.

Notícias ao Minuto

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