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Geovani Silva na frente do bandeirão em sua homenagem — Foto: Torcida ‘Ao Vasco Tudo’

Ídolo do Vasco, o ex-meia Geovani Silva morreu nesta segunda-feira aos 62 anos. Com 1,68m de altura e muito talento, o jogador ganhou o apelido de “Pequeno Príncipe” e marcou época com a camisa vascaína, principalmente na década de 1980.

A família confirmou o falecimento nas redes sociais do próprio ex-atleta.

“É com profundo pesar que comunicamos o falecimento do nosso guerreiro Geovani Silva. Na madrugada de hoje, ele passou mal de forma repentina e foi socorrido imediatamente ao hospital mais próximo. Apesar de todos os esforços da equipe médica e das tentativas de reanimação, infelizmente ele não resistiu.”

Geovani começou sua trajetória na Desportiva e se transferiu para o Vasco ainda na base, no início dos anos 1980 e fez parte do time que conquistou os estaduais em 1982, 1987, 1988, 1992 e 1993. Foram três passagens pelo clube carioca, com 49 gols em 408 jogos.

Com uma carreira de golaços, passes milimétricos e dribles perfeitos, é considerado um dos melhores meias da história vascaína. Ficou marcado também pelo excelente aproveitamento nas cobranças de pênaltis.

O ex-meia vestiu a camisa da seleção brasileira. Fez parte do time campeão da Copa América de 1989 e era capitão da equipe que conquistou a medalha de prata nos Jogos Olímpicos em 1988 ao lado de outros ídolos como Bebeto e Romário. Antes disso, atuou pelas categorias de base da seleção.

Geovani também marcou o futebol do Espírito Santo, onde nasceu e vivia até seu falecimento. Ele foi formado pela Desportiva Ferroviária, e também defendeu outros times, como Serra, Rio Branco, Tupy e Vilavelhense – no qual encerrou a carreira, em 2002.

Em experiências posteriores ao Vasco, atuou fora do Brasil. Primeiro, no Bologna, da Itália, depois por Karlsruher, da Alemanha, e Tigres, do México.

O Vasco prestou homenagem ao ídolo nas redes sociais:

“O ‘Pequeno Príncipe’, como foi carinhosamente apelidado, chegou ao Vasco da Gama no início da década de 80 e fez história no meio-campo cruzmaltino, totalizando 408 jogos e 50 gols marcados.

Geovani não só marcou uma geração inteira de vascaínos, como também era símbolo de genialidade no gramado e marcou o legado da Camisa 8 do Vasco da Gama.”

Romário também escreveu sobre a parceria com Geovani:

“Galera, hoje o dia amanheceu muito triste. Perdi um grande amigo, um cara que fez parte da minha história desde o começo, lá no Vasco.

Geovani esteve presente em vários momentos marcantes da minha vida. Que Papai do Céu dê força pra família e pros amigos. Vai em paz, meu amigo.”

GE

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