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Cerveja — Foto: Amanda Xavier/ Agencia RBS

Já é praticamente um consenso científico que o corpo feminino processa o álcool de forma diferente do masculino – mesmo quando a quantidade consumida é a mesma.

Mas nem todo mundo concorda sobre o porquê disso.

Há quem diga que o motivo é a diferença no peso corporal. Isso porque o etanol se distribui uniformemente pelos chamados compartimentos do corpo, incluindo o cérebro. Portanto, se o corpo é menor, os compartimentos também são menores.

Mas, para isso, teríamos que assumir que todos os corpos femininos são menores que os masculinos. E a gente sabe que não é bem assim.

É por isso que outros pesquisadores defendem que o que muda não é o tamanho, mas sim a composição corporal.

Corpos femininos

Como as mulheres costumam ter mais gordura corporal e menos água do que os homens, o álcool acaba ficando mais concentrado no sangue.

Além disso,os homens têm uma quantidade maior de uma enzima chamada álcool desidrogenase (ADh), que ajuda o estômago a metabolizar o álcool.

Ou seja, no corpo das mulheres, o álcool sai do sistema digestório “mais alcoólico” – o que faz com que ele seja mais absorvido pelos próximos órgãos.

Para completar, uma vez que o álcool chega ao cérebro, as mulheres apresentam um fenômeno conhecido como telescopagem.

Um nome complicado para um conceito simples: os efeitos do álcool no nosso corpo podem ser mais viciantes.

Pesquisas mostram que mulheres passam mais rapidamente do primeiro uso para problemas graves relacionados ao álcool e para o tratamento – muitas vezes com menos tempo e quantidade de consumo que os homens.

Também não dá para esquecer dos hormônios. O estradiol, principal hormônio produzido pelos ovários, aumenta a liberação de dopamina no cérebro – amplificando o crescimento indireto de dopamina causado pelo álcool.

É por isso que o consumo de álcool pode aumentar durante a ovulação, quando ocorre um pico de estradiol.

Ao menos temos uma vantagem: a conta no bar pode vir menor.

G1

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