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Tela de televisão exibe alerta de tsunami da Agência Meteorológica do Japão em 20 de abril de 2026. — Foto: Reuters/Issei Kato

Um terremoto de magnitude 7,7 atingiu a costa nordeste do Japão nesta segunda-feira, 20 de abril, provocando a emissão de um alerta de tsunami.

O tremor foi registrado por volta das 16h50 no horário local (4h50 no horário de Brasília) com epicentro no Oceano Pacífico, a 10 km de profundidade, e chegou a ser sentido em prédios de Tóquio, a centenas de quilômetros de distância.

Inicialmente, o governo havia registrado o tremor como de magnitude 7,5, mas depois revisou o dado. O alerta de tsunami foi posteriormente rebaixado para um aviso de tsunami.

Horas mais tarde, a Agência Meteorológica do Japão e o governo emitiram um novo alerta sobre o risco de um megaterremoto em áreas costeiras do norte. Segundo o aviso, há 1% de chance de um novo tremor de grande escala ocorrer na região durante a próxima semana.

As autoridades deixaram claro que não se trata de uma previsão, mas orientaram a população a reforçar a preparação, com itens como alimentos de emergência e kits de evacuação, sem abandonar a rotina diária. Este é o segundo alerta do tipo nos últimos meses; no anterior, em dezembro, nenhum tremor significativo foi registrado.

Na sequência do tremor nesta segunda-feira, ondas de tsunami de cerca de 80 centímetros foram registradas no porto de Kuji, na província de Iwate, e de 40 centímetros em outro porto da mesma província, segundo a agência meteorológica.

Alertas para ondas maiores no norte da principal ilha do Japão, Honshu, e na região de Hokkaido seguem ativos. Até o momento, não há relatos de vítimas ou grandes danos, conforme o porta-voz do governo japonês, Minoru Kihara, em entrevista coletiva em Tóquio.

Nenhuma usina nuclear está em operação nas áreas mais afetadas. As empresas Hokkaido Electric Power e Tohoku Electric Power informaram que não foram detectadas anormalidades nas instalações desativadas da região.

Em conversa com repórteres, a primeira-ministra Sanae Takaichi anunciou a criação de uma força-tarefa de emergência e pediu aos moradores das áreas afetadas que evacuem para locais seguros.

Várias cidades portuárias — entre elas Otsuchi e Kamaishi, duramente atingidas pelo devastador terremoto e tsunami de 2011 — já haviam emitido ordens de evacuação para milhares de pessoas, segundo a emissora japonesa NHK. Serviços de trens-bala foram suspensos e algumas rodovias, interditadas.

A NHK exibiu imagens de navios deixando o porto de Hachinohe, em Hokkaido, com o aviso “Tsunami! Evacue!” piscando na tela. Os trens-bala em Aomori, no extremo norte de Honshu, também foram paralisados, informou a agência Kyodo.

O terremoto atingiu nível “5 superior” na escala de intensidade sísmica do Japão — forte o suficiente para dificultar a movimentação das pessoas.

De acordo com a agência meteorológica, um tsunami de 3 metros seria capaz de causar danos severos em áreas baixas próximas à costa, inundando construções e arrastando pessoas.

Japão fica no ‘Anel de Fogo’

O Japão é um dos países mais propensos a terremotos no mundo, com um tremor ocorrendo pelo menos a cada cinco minutos.

Localizado no “Anel de Fogo” de vulcões e fossas oceânicas que cercam parcialmente a Bacia do Pacífico, o Japão é responsável por cerca de 20% dos terremotos mundiais de magnitude 6,0 ou superior.

G1

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