
O DJ Daniel Carlos Sobreira de Sousa, que é investigado pelo assassinato da ex-namorada, a promotora de eventos Juliana Guaraldi, era famoso no sul e extremo sul da Bahia por tocar em festas de luxo organizadas na região turística.
Mais conhecido como DJ Danka, o homem tinha 41 anos e acumulava mais de 10 mil seguidores em uma de suas redes sociais. Entre os registros compartilhados no perfil, estão trabalhos em casamentos, formaturas e outros eventos.
Um dia antes de ser encontrado morto, o suspeito chegou a compartilhar relatos de inocência com os seguidores. Nas mensagens, afirmava ter descoberto a morte de Juliana por meio das redes sociais. O relacionamento dos dois havia acabado no final de março.
Segundo a Polícia Civil (PC), o corpo da promotora de eventos foi achado no dia 10 de abril, dentro da casa onde morava, no distrito de Arraial d’Ajuda, em Porto Seguro. Antes disso, a mulher ficou três dias sem manter contato com a família e amigos.
Já Daniel foi localizado morto no dia 12 de abril, em Goiânia (GO). Os policiais tinham o objetivo de cumprir um mandado de prisão contra ele, quando acharam o corpo, com indícios de que o DJ tirou a própria vida.
O caso segue sob investigação da PC. Em contato com a TV Santa Cruz, afiliada da Rede Bahia na região, a polícia informou que o suspeito já tinha sido condenado por violência doméstica em São Paulo. No entanto, não foram detalhadas as circunstâncias desse crime.
O corpo de Juliana foi sepultado no domingo, 12 de abril, em Arraial d’Ajuda. Não há informações sobre o sepultamento do DJ.